terça-feira, 6 de novembro de 2012

Gabarito ENEM 2012

2º dia de provas - Gabarito Extraoficial

 QUESTÕESAZULAMARELACINZAROSA
91 DBI
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92 D B D D
93 D B D B
94 B A B A
95 B D B D
91 A D  A AE
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94 B B C B
95 C C B B
96 A A A A
97 A A A A
98 C A C B
99 A E A A
100 A B E A
101 A E B C
102 B B D A
103 A E D E
104 A E C B
105 A C E A
106 E E B A
107 B A E A
108 E B E E
109 D A E B
110 E A D E
111 A D E E
112 B D C D
113 E D D D
114 D C A C
115 D E B A
116 C D E B
117 E E A E
118 B C C E
119 E D B D
120 E A D E
121 A B B C
122 C E A D
123 B A A C
124 C C A B
125 D A A A
126 D D D A
127 B B E C
128 A A D B
129 D D A A
130 E E A D
131 D D B A
132 A A A D
133 D A A D
134 A D A E
135 D A D D
136 D A E C
137 E D A C
138 B E B C
139 D D E B
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141 E A E A
142 D B C B
143 A E B A
144 A E D E
145 D E A A
146 E C E B
147 D C E E
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149 A B C E
150 B D C E
151 E E C E
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153 E A D D
154 E C E E
155 E B B D
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157 C C E A
158 C A C D
159 C B D E
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162 A E A B
163 B B E D
164 A D E D
165 C A B E
166 B E E B
167 D E D D
168 B D B E
169 E B D C
170 D D E D
171 B D D B
172 D E A C
173 B C D B
174 D D B E
175 D B D D
176 E C D B
177 C B C D
178 D E A B
179 B D B D
180 C B A D

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Governo adota medidas para proteger a BR-364 durante o inverno

Para evitar o fechamento da BR-364, o governo do Estado,
 como fez no ano passado, vai limitar a carga de ônibus e
 caminhões a partir do dia 10 deste mês

O governador Tião Viana e o diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (Deracre), Ocírodo Oliveira, anunciaram na manhã desta quinta-feira, 1, algumas medidas para proteger a BR-364 - que ainda tem um trecho em obras - do inverno amazônico. Nesse período, o tráfego intenso, somado às fortes chuvas e ao peso dos veículos, forma uma equação perfeita para deteriorar a via de maneira bastante prejudicial.
Para evitar o fechamento da estrada, o governo do Estado, como fez no ano passado, vai limitar a carga de ônibus e caminhões a partir do dia 10 deste mês. Caso as chuvas permitam, o período de limitação pode começar apenas no dia 15. “A BR está em fase de conclusão, e a presidente Dilma liberou R$ 143 milhões para recuperação de trechos de Porto Velho [RO] até Sena Madureira, além de contemplar também uma parte da BR-317. Não vou permitir danos a essa estrada porque a população do Acre não pode ficar sem ela. Temos que tomar medidas protetivas contra o forte inverno”, disse o governador Tião Viana.
Segundo o diretor do Deracre, serão proibidos de circular veículos com peso bruto total acima de nove toneladas. As fiscalizações serão permanentes. Ônibus trucados também não serão autorizados. Para o transporte de gás, produto de primeira necessidade, a quantidade de botijas no caminhão será reduzida. Gasolina será permitida até dezembro, e após esse período o transporte será feito em caminhões toco, com capacidade de carga menor.
O governador Tião Viana e o diretor do Departamento de Estradas
 de Rodagem (Deracre), Ocírodo Oliveira, anunciaram na manhã
desta quinta-feira, 1, algumas medidas para proteger a BR-364


“Vamos manter uma equipe de plantão permanente para os reparos entre Manoel Urbano e Feijó, trecho que está em obras, e outras equipes estão divididas ao longo da estrada para garantir a manutenção”, disse Ocírodo.
O maior desafio da BR-364, além do inverno amazônico, é a sua localização numa área de solo inadequado para a construção de uma estrada. Além disso, grandes rios como o Tarauacá, Envira, Purus e Juruá, além do Caeté, Jurupari e outros igarapés de menor porte, cortam a estrada, elevando não só os gastos com pontes, bueiros e galerias, mas dificultando as questões da qualidade do solo.
Engenheiros que trabalharam na estrada se viram obrigados a desenvolver técnicas novas - que foram inclusive apresentadas em congressos da categoria no Brasil - e esquecer as regras contidas nos livros, pois a obra se colocava de forma desafiadora. Com todas as dificuldades, a estrada deve ser concluída no próximo ano, após quatro décadas do seu início.


Senado aprova projeto que tipifica crimes cibernéticos; proposta segue para revisão



Infrações relacionadas ao meio eletrônico -- como invadir computadores, violar dados de usuários ou derrubar sites -- estão mais perto de se tornarem crimes. Foi aprovado no Senado nesta quarta-feira (31) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 35/2012, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/1940) para tipificar como crime uma série de delitos cibernéticos.
O projeto havia sido aprovado pela CCT (Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática) do Senado em agosto, mas, por falta de consenso, só agora foi à votação em Plenário. Como recebeu emendas na Casa, a matéria segue para revisão da Câmara dos Deputados.
De autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), a proposta torna crime a violação indevida de equipamentos e sistemas conectados ou não à rede de computadores, com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização do titular, ou ainda para instalar vulnerabilidades.
Os crimes menos graves, como “invasão de dispositivo informático”, podem ser punidos com prisão de três meses a um ano, além de multa. Condutas mais danosas, como obter pela invasão conteúdo de “comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais ou industriais, informações sigilosas” podem ter pena de três meses a dois anos de prisão, além de multa. O mesmo ocorre se o delito envolver a divulgação, comercialização ou transmissão a terceiros, por meio de venda ou repasse gratuito, do material obtido com a invasão.
Estima-se que, em 2011, as instituições financeiras tiveram prejuízos de cerca de R$ 2 bilhões com delitos cibernéticos.


Código Penal


A falta de consenso para aprovação do PLC 35/2012 no Senado teve mais a ver com sua forma do que com seu conteúdo. Os senadores reconheciam a importância de se criar no Código Penal a figura do crime cibernético, mas alguns parlamentares defendiam que a mudança na lei deveria fazer parte do projeto de revisão do Código Penal (PLS 236/2012), em análise na Casa, e não constar de uma proposta específica.
A preocupação dos membros da comissão especial que analisa a proposta de novo Código Penal era de que, com a votação de projetos isolados, a proposta de reforma ficasse esvaziada.
O argumento para dar aos crimes cibernéticos tratamento diferenciado das demais mudanças a serem feitas no Código Penal é de que, neste caso, há grande urgência. A população, segundo os senadores favoráveis ao projeto, não pode mais continuar desprotegida devido a uma lacuna na legislação.