Maria Luciana que vendia bebidas e alimentos em uma pequena barraca na praia,contou em seu depoimento que o policial Frilei, ao chegar na barraca,com uma arma empunhada, identificou-se como agente militar do Comando de Operações Especiais(COE), querendo obrigá-la a vender bebidas e comida. A vítima, sabendo que a lei não permitia, negou-se cumprir as determinações do policial, que insatisfeito começou a disparar sua arma em várias direções.
Temendo o pior,a proprietária do pequeno quiosque se obrigou a servir bebidas e comida para o policial e seus acompanhantes.
Depois de toda lambança, não satisfeito, o policial voltou a sacar a sua pistola disparou na direção de uma moto que se encontrava nas proximidades.
Diante dessas acusações,e por ser tecnicamente primário, o juiz condenou o policial acusado à pagar pena de 03 anos e 05 meses de reclusão em regime semi-aberto, e mais 15 dias de multa.
Fonte:Rádio FM